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Trilha de sustentabilidade econômica dos dados abertos, realizada durante o II Encontro Nacional de Dados Abertos, em novembro de 2013.

A trilha de sustentabilidade foi dividida em 3 grandes momentos: inspiração, transpiração e reflexão.

Inspiração

Na fase de inspiração, tivemos a participação de vários atores que acreditam no poder dos dados brutos como matéria prima para implementação de uma cadeia de valor. Cada um dos convidados apresentou as ações de suas comunidades/órgãos de origem e expôs suas perspectivas



Transpiração

A fase de transpiração começou com um grande debate sobre os maiores obstáculos ao estabelecimento de um ciclo econômico em torno dos dados abertos governamentais.

Fizemos um World Café onde os participantes serão desafiados a responder questões que há muito nos intrigam.

  • Dificuldade de acesso
    • Formatos diversos
    • Falta de descrição/categorização dos dados

  • Relevância do que vem sendo feito
    • Dados de pouco valor
    • Aplicativos de pouco valor
    • Dificuldade de compartibilizar ideologia e valor econômico
    • Como descobrir qual a pergunta a ser respondida?

  • Má qualidade dos dados
    • Falta de comprometimento dos fornecedores

  • Contratação
    • Dificuldade do pequeno empreendedor em estabelecer negócios com a administração pública.

  • Alinhamento com outras políticas de governo

Reflexão

Na fase de reflexão, apresentaremos, analisaremos, refletiremos e compilaremos as proposições resultantes do World Café num documento único a ser submetido à organização do evento (qual o formato esperado, btw?).

GRUPO: Contratação Pública

Equipe:

ladimir.souza@stc.df.gov.br
uilherme.turri@gmail.com
oaopaulonovais@gmail.com
oai.novais@serpro.gov.br
sarmanho@gmail.com
lavio.f.alves@gmail.com

Proposição 1

Premissa

Startups não são contempladas pela lei atual.

Proposta

Melhorias no marco jurídico:

  • Participação no certame de empesas novas com poucos funcionários e pequeno capital integralizado (exemplo de empresas gigantes com pouco capital integralizado).
  • Pontuar capacidade técnica dos empreendedores (ou da equipe técnica?)
  • Privilegiar empresas brasileiras e startups (PMEs já rola)

Proposição 2

Premissa

Dificuldade de participação das startups nos processos licitatórios e o desconhecimento dos problemas públicos.

Proposta

  • Criação de um banco de problemas e soluções aos cuidados do CNPq afim de capitalizar a melhor solução permitindo à empresa isenção fiscal ("Lei Rouanet" dos Dados Abertos). Aos 2ø e 3º colocados a oportunidade de incubação e linhas de crédito diferenciados e aos demais, selo de qualidade. Avaliação forte em conjunto pelo demandante e pela sociedade civil.

Proposição 3

Premissa

Já existe incentivos do governo visando financiamento de projetos de startups.

Proposta

A criação de linhas específicas que atendam a interesses do governo, por exemplo, transparência, participação social, grandes eventos, segurança e utilização de dados abertos.

GRUPO: Relevância das ações em torno dos dados abertos

Equipe:

Vinicius Augusto e Savinicius.sa@agricultura.gov.br
Jose Luiz Lealjluizleal@correios.com.br
Lucas Shimabuko Silva Rochalshimabuko@gmail.com
Luca Basoslbastos@thoughtworks.com
Claudia Melocmelo@thoughtworks.com
Gislane P. Santanasantana1204@gmail.com
Hugo Giallanzacontato@portalarp.com.br

Proposição 1

Premissa

Mudanças sociais e econômicas são critérios principais para tornar relevante a utilização dos dados abertos.

Propostas

  1. Mensuração das mudanças sociais e econômicas como mecanismo de avaliação usado no incentivo e fomento do uso dos dados abertos.
  2. Promover concretamente o diálogo entre governo e cidadão.
  3. Construir uma cultura tendo a informação como valor essencial no país.
  4. Vincular a avaliação de performance dos servidores ao fornecimento / atendimento ao cidadão.
  5. Criar mecanismos para discutir aspectos éticos na disponibilização e utilização dos dados visando gerar real valor para a população em vez de favorecer grupos econômicos.

GRUPO: ?!

Equipe:

Gustavo Rocha
Fernando Borbalho
Vinicius Botelhovinicius.botelho@seatecnologia.com.br
Patricia Pesso
Neide de Sordi
Marco Lima
Raphael Andrade

Problemas/propostas

  • Dificuldade do empreendedor de compreender a linguagem do governo.
  • Falta de conhecimento das possibilidades dos dados abertos por parte do empreendedor.
  • Poucos vínculos com o setor acadêmico que poderia ser mediador para o entendimento.
  • Portais de transparência que não dão boa usabilidade e não oferece interfaces mais agradáveis para serem consultados.
  • Buscar novos valores para além do financeiro como norteador do empreendedor (valores ideológicos, ligados à origem do movimento de dados abertos).
  • Proteção aos empreendedores para que possam atuar desenvolvendo soluções que venham a competir com interesses de grandes corporações.

GRUPO:

Equipe

Gustavo Rochagustavorps@gustavorps.net
Fernando Barbalhofernando.barbalho@fazenda.gov.br
Marco Limamarcolima.c@gmail.com
fbbergamo@gmail.com
raphinha.dymineutro@gmail.com
patricia.pessi@page15.com.br

Proposição 1



Premissa

Cidadão, startups, empresas e governo têm dificuldade de se comunicar,

Proposta

Estruturar uma agenda entre os interessados para identificaremas informações relevantes entre si.

Proposição 2

Premissa

Informações/dados são disponibilizados em diferentes padrões.

Proposta

Criação e divulgação massiva de padrões para determinados tipos de informações/dados.

Proposição 3

Premissa

Não é fácil encontrar um repositório com os dados/informações.

Proposta

Publicação e manutenção de um catálogo de serviços (SOA) do governo.

Proposição 4

Premissa

Vários dados disponibilizados não possuem uma boa descrição/definição baseada em ontologia/taxonomia.

Proposta

Ação/incentivo para se criar definições em comum assim permitindo diferentes usos/cruzamentos/visões de um mesmo dado/informação.

Proposição 5

Premissa

Dificuldade o governo de gestão e liberação de dados/informações.

Proposta

mais investimento ao SIC (Sistema de Informação ao Cidadão).

GRUPO:

Equipe

Romuziaromuzia@gmail.com
Kiev Gamakiev.gama@gmail.com
Seiji Isotanisisotani@icmc.usp.br
Rafael Queirozquerafael@live.com
Gustavo Baiãogustavo@df.sebrae.com.br

Proposição 1

Premissa

Falta de parametrização dos dados.

Proposta

Divulgação e engajamento para utilização dos padrões de governança de TI brasileiras (e.g. e-ping, e-vocab, e-mag...)

Proposição 2

Premissa

Desconhecimento de como são os processos de coleta/geração dos dados.

Proposta

Utilizar ferrametas de automatização para coleta, extração e divulgação dos dados.

Proposição 3

Premissa

Impossibilidade de comparar a qualidade de dados entre os diversos fornecedores.

Proposta

Criação de uma metodologia de revisão entre pares e retroalimentação.