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Para aprofundar a discussão sobre dados abertos governamentais e atrair novos públicos, o Ministério do Planejamento (MP), em parceria com o Escritório Brasileiro do Consórcio World Wide Web (W3C Brasil), realizou o II Encontro Nacional de Dados Abertos. O evento foi realizado entre os dias 21 e 22 de novembro de 2013, na Escola de Administração Fazendária (ESAF), em Brasília.

2º Encontro Nacional de Dados Abertos

Data: 21 e 22/11/2013
Local: Escola de Administração Fazendária - ESAF - Rodovia DF 001, Km 27,4 - SHIS - Lago Sul – CEP: 71.686-900 - Brasília/DF
Hora: 09:00 - 18:00



Programação

A programação está disponível em planilha e também na tabela a seguir.

21 de novembro de 2013

Auditório Alan Turing
09:00 - 10:30foto da mesa de abertura

Cerimônia de Abertura
SLTI - W3C Brasil - SERPRO - Dataprev - INEP - PUC-Rio - Presidência da República
10:30 - 12:45foto de Irina Bolychevsky

Keynote Speaker: Impactos da política de governo aberto e dados abertos - Irina Bolychevsky (Open Knowledge Foundation)
12:45 - 14:00Almoço
Sala DT2Sala DT3 Sala CT2 Sala CT3 Sala CT4 Sala CT5 Miniauditório Sala CT6
Oficina: Sustentabilidade Econômica dos Dados Abertos
Coordenação: Alexandre Gomes - SEA Tecnologia
Oficina: Casos Locais: Abertura nos Estados e Municípios
Coordenação: Bernadette Loscio - UFPE
Oficina: Educação em dados abertos
Coordenação:: Everton Zanella Alvarenga - OKFn Brasil
Interoperabilidade - Alexandre Lopes - Serpro Espaço de desconferência
14:00 - 15:00Inspiração
  • Roberto Mascarenhas - Associação Brasileira de Startups
  • Antônio Ventura - Associação de Startups e Empreendedores Digitais
  • Flávio Alves - Startup Brasilia
  • Hugo Giallanza - Portal ARP
  • Marcos Roberto - Urbanizo
  • Rommel Carvalho - CGU
  • Carlos Denner - UnB
  • Cristina Sá - SEBRAE DF
  • Ciro Biderman - SPTrans
  • Juliana Foerngs - Governo do RS
  • Homero Sampaio - EMPREL - Recife
  • Raquel Camargo - Governo de MG
  • Thiago Ávila - Governo de AL
  • Ricardo Mateus - Prefeitura do Rio de Janeiro
  • Alexandre Santos - INEP
  • Eduardo Cheng - MEC
  • Ernesto Martins Faria - Fundação Lemann
  • Gustavo Paiva - Observatório da Educação
Design de APIs de Dados Abertos - Paulo Merson - TCUVisualização de dados
  • Diego Rabatone - Estadão Dados
  • Raquel Minardi - UFMG
  • Vitor Baptista - Open Knowledge Foundation
  • Yasodara Córdova - W3C Brasil Hesley Py - IBGE
Oficina de construção de mapas interativos com a ferramenta CartoDB - Daniel Bramatti - Estadão DadosLivre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks
15:00 - 16:30 Transpiração

Trabalho colaborativo em formato de World Café
Elaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academia Elaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academiaLigação entre ontologias, taxonomias e o negócio da instituição
  • Frederico Bortolato
  • João Lima - Senado
  • Luís Sérgio Araújo - Ministério do Planejamento
CKAN - Software Livre para portais de dados abertos
  • Eduardo Saint Clair - Serpro
  • Luiz Felipe - Serpro
  • João Paulo Tinoco - Dataprev
  • Marconi Clementino - Emprel
Livre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks
16:30 - 17:00Intervalo
17:00 - 18:00Reflexão

Apresentação, discussão e compilação dos resultados do World Café
Debate e priorização das propostasDebate e priorização das propostasPainel - Dados Abertos nas Empresas Públicas de TI
  • Leonardo Cezar - Dataprev
  • Luís Cláudio Tujal - Serpro
  • Homero Sampaio - EMPREL
Guia de Jornalismo de Dados
  • Daniel Bramatti - Estadão Dados
  • Patrícia Cornils
  • Tiago Mali - ABRAJI
Livre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks
18:00 - 18:30Entrega dos prêmios dos Concursos de Aplicativos de Dados Abertos

22 de novembro de 2013

Sala DT2Auditório Alan Turing
09:00 - 11:45Curso de ontologias - Ig Ibert Bittencourt - UFALfoto de Ulrich Atz

Keynote Speaker: Ulrich Atz (Open Data Institute)
11:45 - 12:30Anúncio dos vencedores e entrega dos prêmios do Concurso Nacional de Dados Abertos
12:45 - 14:00Almoço
Sala DT2Sala DT3 Sala CT2 Sala CT3 Sala CT4 Sala CT5 Miniauditório Sala CT6
Oficina: Casos Locais: Abertura nos Estados e Municípios
Coordenação: Bernadette Loscio - UFPE
Oficina: Privacidade
Coordenação: Victor Pimenta - MJ
Oficina: Governo Aberto: Dados e Serviços do Governo para a Sociedade e o Cidadão
Coordenação: Patrícia Cornils
Espaço de desconferênciaOficina:: Licenciamento de dados abertos
Coordenação: Felipe Nievinski - UNESP
14:00 - 15:00Curso de ontologias - Ig Ibert Bittencourt - UFAL
  • Fernanda Campagnucci - Prefeitura de São Paulo
  • José Police Neto - Câmara Municipal de SP
  • Danilo Doneda - MJ
  • Roberto Pinho - MCTI
  • Claudia Cappelli - UNIRIO
Usos dos dados abertos
  • Caio Cardoso Lucena - USP
  • Rommel Carvalho - CGU
  • Cristiano Ferri - Câmara dos Deputados
  • Gisele Craveiro - USP
  • Leandro Souza - CGU
  • Ricardo Poppi - Secretaria Geral da Presidência da República
  • Wagner Meira Jr. - CNPq
Dados abertos nos tribunais de contas
  • Alexandre Porto e Telmo Brugnara- TCE-RS
  • Christiane Tavares C. de Albuquerque - TCE - PE
Livre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks
  • Augusto Herrmann - Ministério do Planejamento
  • Christiano Lacorte - Câmara dos Deputados
14:00 - 15:00Elaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academiaElaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academiaMaturidade em transparência
  • Cláudia Cappelli - UNIRIO
  • Sergio Reis - CGU
Elaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academiaDados abertos nas casas legislativas
  • Marco Motta - Senado Federal
  • Eduardo Miyashiro - Câmara Municipal de SP
  • Gustavo Noronha
  • Jean Ferri - Interlegis
  • Joel Cezar Neto - Assembleia Legislativa de MG
Livre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks Elaboração de propostas por setor: governo, ONGs, empresas e academia
16:30 - 17:00Intervalo
17:00 - 18:00Curso de ontologias - Ig Ibert Bittencourt - UFALDebate e priorização das propostasDebate e priorização das propostas Debate e priorização das propostas Livre para desconferências e propostas por qualquer pessoa e para lightining talks Debate e priorização das propostas

Keynotes

Plateia do auditório principal da ESAF, durante o II Encontro Nacional de Dados Abertos.

O evento contou com palestrantes de altíssimo nível em todas as trilhas, palestras, curso, espaço de desconferência e demais eventos. Além disso, receberam destaque no auditório principal, alguns palestrantes internacionais.

Irina Bolychevsky

Irina Bolychevsky, keynote speaker durante o II Encontro Nacional de Dados Abertos.

Irina Bolychevsky é especialista em abertura de dados governamentais na Open Knowledge Foundation e também era, na época do Encontro, coordenadora do CKAN, o principal software de portais de dados abertos. Durante o encontro, a palestra realizada na manhã do dia 21 de novembro, abordou o impacto de políticas de governo aberto e de dados abertos em sociedades democráticas, tornando-as mais transparentes a partir do engajamento dos cidadãos.

Ulrich Atz

Ulrich Atz, keynote speaker durante o II Encontro Nacional de Dados Abertos.

Ulrich Atz é chefe de estatísticas do Open Data Institute, onde lidera projetos de pesquisa, orienta startups e governos sobre modelos de negócio utilizando dados abertos, e ajuda com eventos de capacitação. Possui experiência em aliar técnicas estatísticas modernas a story telling. É formado em Economia pela Universidade de Mannheim e mestrado em Métodos de Pesquisa Social pela London School of Economics.

Sua palestra abordou a geração de valor para o cidadão a partir de dados abertos. Citou também o papel que os dados abertos tem em ajudar no combate às mudanças climáticas.

Curso

Foto do curso de ontologias

Durante o Encontro foi ministrado o Curso de Ontologias pelo Prof. Ig Ibert Bittencourt, da Universidade Federal de Alagoas.

Um total de 70 alunos participaram do curso.

Trilhas

O evento contou com algumas trilhas de discussões que visaram aproveitar os conhecimentos de pessoas da sociedade civil e produzir colaborativamente recomendações para melhorar a política de dados abertos.

  • Sustentabilidade Econômica (coordenação: Alexandre Gomes - SEA Tecnologia)
  • Casos Locais: Abertura nos Estados e Municípios (coordenação: Bernadette Loscio - UFPE)
  • Educação em dados abertos (coordenação: Everton Zanella Alvarenga - OKFn Brasil)
  • Privacidade (coordenação: Victor Pimenta - MJ)
  • Governo Aberto: Dados e Serviços do Governo para a Sociedade e o Cidadão (coordenação: Patrícia Cornils)
  • Licenciamento de dados abertos (coordenação: Felipe Nievinski - UNESP)

Propostas priorizadas:

  1. Transformar bases disponibilizadas por transparência passiva em transparência ativa nos próprios portais
  2. Publicar os dados com uma licença definida
  3. Realizar mais concursos que incentivam a população em utilizar os dados para fazer aplicativos web
  4. Articulação entre INDA e a INDE
  5. Promover a participação social no estudo para licença de dados abertos
  6. Incluir no Plano de Comunicação da INDA ações de sensibilização da comunidade jurídica quanto à licença
  7. Promover ações para a disseminação da Política de Dados Abertos como forma de resgatar a confiança no governo
  8. Reforçar a ação de Dados Abertos junto à opinião pública (TV, imprensa, autoridades públicas)
  9. Conscientizar os responsáveis pela publicação de dados abertos sobre a importância da disponibilização de dados em formato estruturado associados à sua respectiva descrição (metadados e dicionários de dados), bem como a importância de disponibilizar dados em formato bruto ao invés de dados agregados

As demais propostas realizadas durante as trilhas podem ser vistas nas listas a seguir, ou portal participa.br, onde foram priorizadas pela sociedade por meio de votação. Consulte a consolidação das propostas da sociedade para condução da INDA, no portal participa.br.

Sustentabilidade Econômica

participantes da trilha de sustentabilidade econômica dos dados abertos, coordenada por Alexandre Gomes, durante as atividades

A trilha, coordenada por Alexandre Gomes, da SEA Tecnologia, dividiu-se em três momentos distintos: inspiração, transpiração e reflexão.

"A fase de transpiração começou com um grande debate sobre os maiores obstáculos ao estabelecimento de um ciclo econômico em torno dos dados abertos governamentais."

Mais informações estão disponíveis na página da trilha.

Propostas:

  1. Melhorias no marco jurídico
  2. Criação de um banco de problemas e soluções aos cuidados do CNPq afim de capitalizar a melhor solução permitindo à empresa isenção fiscal ("Lei Rouanet" dos Dados Abertos). Aos 2ø e 3º colocados a oportunidade de incubação e linhas de crédito diferenciados e aos demais, selo de qualidade. Avaliação forte em conjunto pelo demandante e pela sociedade civil.
  3. A criação de linhas específicas que atendam a interesses do governo, por exemplo, transparência, participação social, grandes eventos, segurança e utilização de dados abertos.
  4. Mensuração das mudanças sociais e econômicas como mecanismo de avaliação usado no incentivo e fomento do uso dos dados abertos.
  5. Promover concretamente o diálogo entre governo e cidadão.
  6. Construir uma cultura tendo a informação como valor essencial no país.
  7. Vincular a avaliação de performance dos servidores ao fornecimento / atendimento ao cidadão.
  8. Criar mecanismos para discutir aspectos éticos na disponibilização e utilização dos dados visando gerar real valor para a população em vez de favorecer grupos econômicos.
  9. Dificuldade do empreendedor de compreender a linguagem do governo.
  10. Falta de conhecimento das possibilidades dos dados abertos por parte do empreendedor.
  11. Poucos vínculos com o setor acadêmico que poderia ser mediador para o entendimento.
  12. Portais de transparência que não dão boa usabilidade e não oferece interfaces mais agradáveis para serem consultados.
  13. Buscar novos valores para além do financeiro como norteador do empreendedor (valores ideológicos, ligados à origem do movimento de dados abertos).
  14. Proteção aos empreendedores para que possam atuar desenvolvendo soluções que venham a competir com interesses de grandes corporações.
  15. Estruturar uma agenda entre os interessados para identificaremas informações relevantes entre si.
  16. Criação e divulgação massiva de padrões para determinados tipos de informações/dados.
  17. Publicação e manutenção de um catálogo de serviços (SOA) do governo.
  18. Ação/incentivo para se criar definições em comum assim permitindo diferentes usos/cruzamentos/visões de um mesmo dado/informação.
  19. mais investimento ao SIC (Sistema de Informação ao Cidadão).
  20. Divulgação e engajamento para utilização dos padrões de governança de TI brasileiras (e.g. e-ping, e-vocab, e-mag...)
  21. Utilizar ferrametas de automatização para coleta, extração e divulgação dos dados.
  22. Criação de uma metodologia de revisão entre pares e retroalimentação.

Casos Locais: Abertura nos Estados e Municípios

A trilha foi coordenada pela Profa. Bernadette Farias Loscio, da Universidade Federal de Pernambuco. Dividiu-se em dois dias, contando com a exposição de 4 especialistas no primeiro e de 5 no segundo. Em seguida, foi promovido um debate e a priorização de propostas.

Um relato completo das atividades da trilha estava disponível no site od4d.org, entretanto o site não está mais no ar.

Propostas:

  1. Promover ações para a disseminação da política de Dados Abertos como forma de resgatar a confiança no governo.
  2. Promover ações junto aos Conselhos municipais e estaduais para incentivar novas demandas de dados abertos.
  3. Intensificar a realização de eventos de disseminação dos conceitos e práticas de dados abertos, bem como a divulgação das experiências bem sucedidas.
  4. Reforçar a ação de Dados Abertos junto à opinião pública (TV, imprensa, autoridades públicas).
  5. Incluir dados de prestação de serviços como base inicial para implantação da política de dados abertos.
  6. Usar o portal de software público para divulgação das soluções já desenvolvidas
  7. Aperfeiçoar a lei de acesso a informação (LAI) para inclusão do conceito de dados abertos governamentais de forma mais explícita (aderente ao padrão W3C).
  8. Criar padrões para protocolos, interfaces e arquitetura de dados a fim de auxiliar a disponibilização de dados abertos por municípios e estados de forma interoperável.
  9. Definir princípios e diretrizes para a aquisição e implantação de ferramentas relacionadas aos dados abertos (ex: código aberto, cidadania)
  10. Fortalecer a divulgação dos padrões que a e-ping recomenda por meio da criação de materiais didáticos e realização de cursos.
  11. Conscientizar os responsáveis pela publicação de dados abertos sobre a importância da disponibilização de dados em formato estruturado associados à sua respectiva descrição (metadados e dicionários de dados), bem como a importância de disponibilizar dados em formato bruto ao invés de dados agregados.

Educação em dados abertos

Propostas:

  1. A descoberta e o desenvolvimento de dados provindos por exemplo do Censo Educacional (no site do INEP) que subjetivamente influenciam o rendimento escolar ou um índice de educação.
  2. Dar publicidade aos dados coletados no EducaCenso que envolvam aspectos relacionados a infra estrutura (saneamento, pavimentação, etc)
  3. Definição dos insumos que influenciam na qualidade do desempenho escolar. A abertura de dados orçamentários é um instrumento de uso para a sociedade supervisionar onde os recursos estão sendo utilizados pontualmente na escola, município ou estado.
  4. Criação de políticas públicas para possibilitar a criação de API’s (serviços web) para acesso dinâmico aos dados da educação, com isso dados em tempo real podem ser utilizados. Esta abordagem iria desonerar equipes operacionais de produção de dados a serem publicadas em formado aberto.
  5. Realizar mais concursos que incentivam a população em utilizar os dados para fazer aplicativos web.
  6. Fomento e disponibilização de dados do Ensino Técnico, Superior e Pós-Graduação.
  7. Fomento de bolsas de pesquisas (Mestrado, Doutorado) para criação de soluções tecnológicas e indicadores que utilizem dados abertos de infraestrutura, orçamento e etc.
  8. Criar modelo conceitual de dados da educação. Dicionário de conceitos, estrutura de relacionamento, regras e metadados.
  9. Base de dados com a trajetória escolar de cada aluno. Dessa forma, deve-se garantir que bases de dados possam conversar entre si para que esse trajeto possa ser criado. Tal trajetória deve ser criada considerando instituições públicas e privada s(ensino básico e superior).
  10. Definir um conjunto de indicadores (cesta de indicadores) que mensuram diversas perspectivas do processo educacional. Tais indicadores tem de ser construídos de forma equilibrada para evitar políticas educacionais equivocadas.
  11. Realizar a integração de dados educacionais do Sistema ¨S¨ para complementar os indicadores institucionais da educação (Graduacao, Pos-Graduacao, Tecnico-Profissionalizantes, etc)
  12. Fazer o catálogo de bases de dados com um padrão mínimo e dicionário (metadados)
  13. Transformar bases disponibilizadas por transparência passiva em transparência ativa nos próprios portais.
  14. Apontar os pedidos feitos ao órgão (sem identificação do requerente)
  15. Necessidade do governo fomentar inciativas de educação para a participação cidadã e para uso dados
  16. Criar portal para disponibilização de dados que possibilitem o acompanhamento da comunidade escolar (Índice do Ideb, Estrutura física, Existência de Conselho de Classe, Grêmios e Associações de Pais, etc)
  17. Governo precisa criar formas de visualização para além de fomentar as da sociedade civil
  18. O estabelcimento de parâmetros mínimos de desagregação de dados para gestão democrática e para os demais temas.
  19. Criação de API da educação.
  20. publicar os dados com uma licença definida
  21. Editais de agências de fomento (CNPq, CAPES, FAPESP etc.) para fomentar pesquisas, hackathons, guias, manuais…

Privacidade

Propostas: Não foi realizado ou comunicado o registro de propostas.

Governo Aberto: Dados e Serviços do Governo para a Sociedade e o Cidadão

Propostas:

  1. Importação do legado das discussões do e-democracia para o Participa.br .
  2. Proposta de 20 anos de conferências nacionais: serão aproveitadas no Participa
  3. Uma única aplicação de TODOS os serviços do governo federal para tablets e smartphones.
  4. Articulação entre a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais e Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
  5. Federação de Catálogos - um único portal de transparência brasileira para o cidadão?
  6. Buscar estratégia de abrir dados privados (empresas, mídia...) respeitando as legislações específicas.
  7. Buscar estratégias de inclusão do setor produtivo nas iniciativas de dados abertos.
  8. No portal da OGP, permitir a participação da sociedade na forma de comunidade virtual em torno das iniciativas e projetos.
  9. Gestão de conhecimento OGP: ferramentas de versionamento dos docs.
  10. Olimpíada Nacional de Dados Abertos em Escolas Secundárias, como a Olimpíada da Matemática, com tarefas de filtragem, busca de informação, análise de dados

Licenciamento de dados abertos

Propostas:

  1. Da participação no estudo consultivo jurídico
  2. Fomentar a participação no estudo através da realização de uma consulta semelhante, com formulário online disponibilizado por período de, p.ex., 30 dias, solicitando dentre outros, quais são as especificidades do problema conforme a experiência de cada participante além de sugestão de tópicos a serem endereçados e estudados.
  3. Introduzir no cronograma da consultoria oportunidades de participação adicionais com os demais interessados antes da sua conclusão, possivelmente através da realização de um eventopresencial voltado para pessoal da área jurídica além da área de informática.
  4. Da sensibilização da comunidade jurídica e de gestão pública para o problema de licenciamento dos dados abertos
  5. Incluir no Plano de Comunicação da INDA ações de sensibilização da comunidade jurídica – tanto profissional quanto acadêmica – assim como de gestores públicos.
  6. Avaliar qual é o melhor meio de comunicação para alcançar esse público-alvo.
  7. Da necessidade de normatização
  8. A promulgação de ato normativo ou projeto de lei abrangentes que ordenem a reutilização da informação do setor público.

Concurso

Durante o Encontro foi realizado o Concurso Nacional de Dados Abertos. O seu objetivo foi estimular o desenvolvimento de ferramentas e visualizações baseadas em dados abertos, inclusive as que utilizem como fonte mais de uma base.

Foto dos vencedores do Concurso Nacional de Dados Abertos

Modalidades

O concurso premiou soluções em duas modalidades:

  • desenvolvimento de soluções de software interativo, disponíveis na web, que permitam acesso via navegador, inclusive de dispositivos móveis;
  • desenvolvimento de infográficos baseadas na utilização de dados abertos, disponíveis na web, que permitam acesso via navegador, inclusive de dispositivos móveis.

Conjuntos de dados utilizados

O regulamento do concurso (errata) deixou livre aos participantes escolher utilizar quaisquer fontes de dados abertos. Sugeriu-se utilizar os seguintes conjuntos de dados:


Premiação

Os três primeiros colocados em cada categoria do concurso foram premiados com ultrabooks, celulares e mochilas.

Soluções Vencedoras

As equipes vencedoras desenvolveram as seguintes soluções.

Categoria software:


Categoria infográfico:


Mídia

Apresentações

As apresentações estavam disponíveis ao longo da programação e bastava clicar no nome do palestrante. Todavia, o site foi desligado cerca de 2 anos e meio após o evento. A programação pode ser consultada pelo site archive.org, que arquivou uma cópia do site.

A seguir, cópias de algumas das apresentações que foram compartilhadas pelos palestrantes.


Notícias


Fotos

Algumas fotos do evento estavam disponíveis no site do encontro. Todavia, este foi desligado cerca de 2 anos e meio após o evento. Felizmente, algumas fotos puderam ser recuperadas por meio do Web Archive:


Material de divulgação

Foi produzido um banner para a divulgação do evento.

2º ENCONTRO NACIONAL DE DADOS ABERTOS. Você pode fazer a diferença para um Brasil melhor. Informação acessível para mudar a vida de milhares de brasileiros. Faça parte! Inscrições: http://2.encontro.dados.gov.br

Além disso, também foram utilizados na produção do material de apoio:


Vídeos e transmissão

O evento foi transmitido ao vivo pela internet (streaming de vídeo), apenas na parte da manhã (programação do Auditório Alan Turing). Pôde ser visualizado a partir do serviço de streaming do Serpro. As gravações podem ser visualizadas nos vídeos a seguir.

Website

O site do encontro estava disponível no endereço: http://2.encontro.dados.gov.br. Todavia, o site foi desligado em 2016. Uma cópia de segurança pode ser acessada no web archive.

Imagem do site.

Resultados

Indicadores

  • Total de inscritos: 663
  • Total de presentes 21/11: 296 (manhã) e 200 (tarde)
  • Total de presentes 22/11: 174 (manhã) e 158 (tarde)
  • Total de pessoas registradas que compareceram: 356
  • Total de participantes do curso de ontologias: 70
  • Quantidade de não registrados no sistema (organização, palestrantes, outros): 54
  • Total geral: 410


Comparando com o I Encontro Nacional de Dados Abertos

O I Encontro Nacional de Dados Abertos, apresentado no Complexo Brasil 21, nos dias 26 e 27/10/2011, cerca de 2 anos antes do II ENDA, teve sua realização dentro de um encontro maior, o Encontro Nacional de Tecnologia da Informação, no qual contava com uma sala de 200 lugares. Na ocasião, muito conveniente por haverem representantes de diversos municípios, o encontro teve uma média de 300 participantes nos dois dias. Contando com uma grade diversificada, e com um palestrante internacional.

O II Encontro, realizado imediatamente após o Encontro SISP, dispôs de 8 salas com programação simultânea que contaram com trilhas independentes e um curso de ontologias, além do auditório principal da ESAF, onde foram realizadas a cerimônia de abertura, os keynote speaks e as cerimônias de premiação do Concurso de Aplicativos do Ministério da Justiça e do Concurso Nacional de Dados Abertos.

Dessa forma, percebemos significativa evolução do I ao II encontro:
  • no maior número de participantes no encontro;
  • no aumento da diversidade do público e de seu alcance nacional;
  • no aumento da diversidade de assuntos abordados; e
  • na inserção de novos públicos, como empresários e demais pessoas de fora do governo.

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